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terça-feira, 22 de setembro de 2009
Um dia no Xevora
(Estes versos foram recuperados de um anterior Blog...)
João Luis com uma pedalada de atleta
Tentou passar o Xevora a voar
Esqueceu-se que ia de bicicleta
Com as costas dentro de água foi parar.
Esqueceu-se do telefone no bolso
Esqueceu-se do telefone no bolso
Dentro da ribeira o foi lavar
Tirou-lhe a bateria a tempo
De umas fotografias salvar
Ele caiu, é certo
Mas não foi o culpado
Foi o que ia à frente
Em vez de avançar, ficou parado!
Destemido para a sua bike saltou
E logo começou a pedalar
Rapidamente o vento o secou
Ficou com saudades de ir nadar.
V.G.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
ABROLHOS
Ora bem... devido aos famosos "Abrólhos", sementes esféricas do tamanho de um berlinde, mas com vários espinhos duros como o aço, a fazer lembrar as "Massas", arma da época medieval bastante temida, alterámos as rotas habituais. Passámos a deslocarmos-nos para a zona do Rio Caia, onde esperávamos não existir a famosa praga, fura Pneus.
Na primeira vez, seguimos por uma estrada de terra mais ou menos paralela á de alcatrão, que atravessámos júnto á Ponte do Caia, que faz de fronteira entre Elvas e Campo Maior. Daqui, entrámos na estrada de terra junto á Estação de Tratamento de Águas e seguimos em direcção á Barragem do Caia, passando pelas pedreiras conhecidas por Granital.
Após a Barragem, fomos contornando os limites da água por um terreno muito pedregoso, até chegar ao Monte da Contenda..
O calor apertava e a água começa a escassear. Uma boa sombra nestes momentos dá sempre jeito e quando aparece, fazer um descanso para reabastecer, é fundamental.
Regressámos pelo caminho junto ás Argamassas sem problemas e com o sabor dos quilómetros percorridos.
Na primeira vez, seguimos por uma estrada de terra mais ou menos paralela á de alcatrão, que atravessámos júnto á Ponte do Caia, que faz de fronteira entre Elvas e Campo Maior. Daqui, entrámos na estrada de terra junto á Estação de Tratamento de Águas e seguimos em direcção á Barragem do Caia, passando pelas pedreiras conhecidas por Granital.
Após a Barragem, fomos contornando os limites da água por um terreno muito pedregoso, até chegar ao Monte da Contenda..
O calor apertava e a água começa a escassear. Uma boa sombra nestes momentos dá sempre jeito e quando aparece, fazer um descanso para reabastecer, é fundamental.
Regressámos pelo caminho junto ás Argamassas sem problemas e com o sabor dos quilómetros percorridos.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009



Já com algum atraso, devido às Férias em que a indolência para escrever no Computador aumentou consideravelmente, cá tento recuperar as ultimas viagens de aventura ciclista.
O destaque vai para o dia 8 de Agosto, em que os "abreolhos" fizeram o seu grande ataque.
Apesar do João Luis se ter preparado bem, com o liquido anti-furos e a novissima fita especial que se coloca entre o Pneu e a Câmara-de-ar, e eu tambem com as ditas fitas, não fomos capazes de superar os tais picos, que aparecem em determinadas zonas dos percursos. Podemos dizer que foi uma derrota das nossas bicicletas, talvez por 10 a 0.
O Luis Nunes, ainda conseguiu aguentar com um furo o caminho de regresso, parando de dez em dez minutos para injectar algum ar nas rodas.
Talvez pela experiência ou pela opção tubeless, o João Semedo Dias que veio de Arronches para nos acompanhar, teve de seguir sózinho e ainda me emprestou uma câmara-de-ar.
Foi um dia terrível, pela constatação da quantidade enorme de picos "cravados" nos pneus, que nos dava poucas hipóteses, por muita teimosia que algum de nós tivesse em continuar.
A alternativa é escolher outros trilhos e aguardar que as primeiras chuvas consigam fazer desaparecer os inimigos da borracha.
Link : http://trail.motionbased.com/trail/invitation/dashboard.mb?episodePk.pkValue=8691394
Entretanto vamos dando as nossas pedaladas....
quinta-feira, 25 de junho de 2009



Pois,
O fim-de-semana passado, não houve o habitual passeio de Bike, muito por culpa do calor forte que se fez sentir, acima dos 40º. O problema é que, mesmo nas horas sem Sol, a temperatura não baixava.
O pessoal tratou de arranjar as melhores desculpas para evitar a tortura de um passeio debaixo de um calor tórrido.
Quando assim é, dá para fazer alguma manutenção à "menina". Na minha Bike, deu para, além da lavagem, olear pontos que calaram uns pequenos ruídos que vinha fazendo, devido às travessuras que sofre cada fim-de-semana.
Há sempre umas fotos que ficam por aqui bem...
domingo, 14 de junho de 2009
Passeio Argamassas-Xevora





Pois é, voltámos a fazer o trajecto habitual de outros fins-de-semana em que iniciámos pelas Argamassas, em direcção aos Adães com uma descida agradável junto à pequena Barragem que se encontra perto do Monte. Entre o abrir umas e saltar outras, as cercas para o gado, fazem-nos perder algum tempo.
Quando chegámos ao Abrilongo, houve um corajoso que se meteu com as "Botas à Ribeira" e sem hesitar lá foi o Gil, com a água a tapar a pedaleira e num "cai não cai", conseguiu chegar à outra margem. Foi a motivação que faltava a todos. Não houve espetáculo de quedas na água como de outras vezes, mas foi interessante.
A partir dali começaram os furos, primeiro o Tozé numa das rodas, depois queixou-se da outra, e as bombas não davam ar nenhum...
Passámos pelos Riscos, com mais umas Porteiras electrificadas e já perto da Enxara concordámos em seguir o Rui a atravessar o Abrilongo com a Bike à mão, pois como a água quase tapava as rodas, seria impossível seguir montado.
Quando chegámos ao Abrilongo, houve um corajoso que se meteu com as "Botas à Ribeira" e sem hesitar lá foi o Gil, com a água a tapar a pedaleira e num "cai não cai", conseguiu chegar à outra margem. Foi a motivação que faltava a todos. Não houve espetáculo de quedas na água como de outras vezes, mas foi interessante.
A partir dali começaram os furos, primeiro o Tozé numa das rodas, depois queixou-se da outra, e as bombas não davam ar nenhum...
Passámos pelos Riscos, com mais umas Porteiras electrificadas e já perto da Enxara concordámos em seguir o Rui a atravessar o Abrilongo com a Bike à mão, pois como a água quase tapava as rodas, seria impossível seguir montado.
Na Enxara o Luis decidiu regressar a casa, juntamente com o Gil e o Rui, porque tinham o "tal" almoço à espera.
Continuámos os resistentes, após o reabastecimento, e seguimos pelo estradão que vai dar ao Monte do Salvador. Fomos passar o Xévora mais abaixo, no caminho que antigamente se fazia para a Ermida de Nª Sª de Bótoa (Espanha). Ao chegar ao Monte do Xévora onde o Vasco foi reabastecer de água, a temperatura passava dos 40º, o que não facilitava a situação de regresso a casa.
Na entrada do alcatrão, logo depois do Monte de Castro, o Vasco furou e ficou para trás. Lá foi o "carro de apoio" e a situação resolveu-se, apesar de mais um tempinho perdido, que não nos deixou chegar à hora prevista de pôr o Carvão a arder para o almoço.
O João Luís ainda voltou para trás e veio ter connosco junto ao Chafariz, num acto de solidariedade para com os mais atrasados.
O calor abrandou um pouco, mas não choveu como ditavam as previsões.
O passeio teria sido mais duro se as temperaturas continuassem a subir.
O passeio teria sido mais duro se as temperaturas continuassem a subir.
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