DIAS DE INVERNO
Nestes dias de Inverno, que o frio aperta e a chuva não pára, só os corajosos vão para o campo montados nas suas "Bikes".
De vez em quando um trilho mais enlameado faz soltar das rodas, pedaços de barro, que se agarram ao corpo do Betetista, de tal forma que só com o merecido banho de água bem quente eles saem.
Pior é quando o barro é tanto, que a roda da Bike mais parece de Tractor.
O vento na cara, frio, como facas afiadas.
A cabeça congela com tantos orifícios no capacete, que são úteis no Verão, mas que nesta época faz tremer só de pensar.
Mas... a vontade é mais forte!
Bom 2010 para todos os masoquistas das Bicicletas!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Domingos de Manhã



Como tinha sucedido, quinze dias antes,combinámos o encontro junto ao antigo Hospital, onde além de ser um espaço largo e já perto do campo, tem a vantagem de não ter um Bar perto, que pode ser motivo da ingestão de alguma bebida "dopante" logo de manhã.
O grupo que veio do Bairro Ibérico, deu-nos boleia e lá fomos numa pedalada agradável.
O pior são aquelas duas subidas logo ao inicio, com os "motores" ainda frios e a máquina a não querer acertar o ritmo. Mais parece aqueles carros a Gasóleo antigos a fazer muito fumo e a não sair do lugar. Bom, a solução é tentar chegar lá acima sem fazer esperar muito os que têm motores muito mais novos e preparados (alguns parecem "Tunning's").
Lá seguimos direitinhos pelas tortas estradas até ao Aterro Sanitário e depois à Ponte do Rio Caia, com uma paragem para abastecimento junto ao Canal de réga.
Subimos direitos ao Granital e depois para a Barragem do Caia, onde, pelo caminho, encontrámos o Prof. Mercês, que disse já vir a pedalar há 60 Kms. Cá para mim ele esqueceu-se de desligar o conta-quilómetros nas últimas vezes que andou... (só quem não o conhece). Tem um motor de 12 cilindros e passa por nós a meter inveja.
Bom, na Barragem passámos como se fôssemos de Bike de estrada, em direcção a casa, porque a desculpa para os que tinham a roda mais "pesada" era que tinhamos de ir votar. Como se isso fosse mais importante do que disfrutar de umas boas pedaladas com um grupo de amigos, por locais que todos gostamos...
Esta gente...
Link do Passeio:
http://trail.motionbased.com/trail/invitation/email/accept.mb?senderPk.pkValue=292483&unitSystemPkValue=1&episodePk.pkValue=8715583
O grupo que veio do Bairro Ibérico, deu-nos boleia e lá fomos numa pedalada agradável.
O pior são aquelas duas subidas logo ao inicio, com os "motores" ainda frios e a máquina a não querer acertar o ritmo. Mais parece aqueles carros a Gasóleo antigos a fazer muito fumo e a não sair do lugar. Bom, a solução é tentar chegar lá acima sem fazer esperar muito os que têm motores muito mais novos e preparados (alguns parecem "Tunning's").
Lá seguimos direitinhos pelas tortas estradas até ao Aterro Sanitário e depois à Ponte do Rio Caia, com uma paragem para abastecimento junto ao Canal de réga.
Subimos direitos ao Granital e depois para a Barragem do Caia, onde, pelo caminho, encontrámos o Prof. Mercês, que disse já vir a pedalar há 60 Kms. Cá para mim ele esqueceu-se de desligar o conta-quilómetros nas últimas vezes que andou... (só quem não o conhece). Tem um motor de 12 cilindros e passa por nós a meter inveja.
Bom, na Barragem passámos como se fôssemos de Bike de estrada, em direcção a casa, porque a desculpa para os que tinham a roda mais "pesada" era que tinhamos de ir votar. Como se isso fosse mais importante do que disfrutar de umas boas pedaladas com um grupo de amigos, por locais que todos gostamos...
Esta gente...
Link do Passeio:
http://trail.motionbased.com/trail/invitation/email/accept.mb?senderPk.pkValue=292483&unitSystemPkValue=1&episodePk.pkValue=8715583
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Um dia no Xevora
(Estes versos foram recuperados de um anterior Blog...)
João Luis com uma pedalada de atleta
Tentou passar o Xevora a voar
Esqueceu-se que ia de bicicleta
Com as costas dentro de água foi parar.
Esqueceu-se do telefone no bolso
Esqueceu-se do telefone no bolso
Dentro da ribeira o foi lavar
Tirou-lhe a bateria a tempo
De umas fotografias salvar
Ele caiu, é certo
Mas não foi o culpado
Foi o que ia à frente
Em vez de avançar, ficou parado!
Destemido para a sua bike saltou
E logo começou a pedalar
Rapidamente o vento o secou
Ficou com saudades de ir nadar.
V.G.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
ABROLHOS
Ora bem... devido aos famosos "Abrólhos", sementes esféricas do tamanho de um berlinde, mas com vários espinhos duros como o aço, a fazer lembrar as "Massas", arma da época medieval bastante temida, alterámos as rotas habituais. Passámos a deslocarmos-nos para a zona do Rio Caia, onde esperávamos não existir a famosa praga, fura Pneus.
Na primeira vez, seguimos por uma estrada de terra mais ou menos paralela á de alcatrão, que atravessámos júnto á Ponte do Caia, que faz de fronteira entre Elvas e Campo Maior. Daqui, entrámos na estrada de terra junto á Estação de Tratamento de Águas e seguimos em direcção á Barragem do Caia, passando pelas pedreiras conhecidas por Granital.
Após a Barragem, fomos contornando os limites da água por um terreno muito pedregoso, até chegar ao Monte da Contenda..
O calor apertava e a água começa a escassear. Uma boa sombra nestes momentos dá sempre jeito e quando aparece, fazer um descanso para reabastecer, é fundamental.
Regressámos pelo caminho junto ás Argamassas sem problemas e com o sabor dos quilómetros percorridos.
Na primeira vez, seguimos por uma estrada de terra mais ou menos paralela á de alcatrão, que atravessámos júnto á Ponte do Caia, que faz de fronteira entre Elvas e Campo Maior. Daqui, entrámos na estrada de terra junto á Estação de Tratamento de Águas e seguimos em direcção á Barragem do Caia, passando pelas pedreiras conhecidas por Granital.
Após a Barragem, fomos contornando os limites da água por um terreno muito pedregoso, até chegar ao Monte da Contenda..
O calor apertava e a água começa a escassear. Uma boa sombra nestes momentos dá sempre jeito e quando aparece, fazer um descanso para reabastecer, é fundamental.
Regressámos pelo caminho junto ás Argamassas sem problemas e com o sabor dos quilómetros percorridos.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009



Já com algum atraso, devido às Férias em que a indolência para escrever no Computador aumentou consideravelmente, cá tento recuperar as ultimas viagens de aventura ciclista.
O destaque vai para o dia 8 de Agosto, em que os "abreolhos" fizeram o seu grande ataque.
Apesar do João Luis se ter preparado bem, com o liquido anti-furos e a novissima fita especial que se coloca entre o Pneu e a Câmara-de-ar, e eu tambem com as ditas fitas, não fomos capazes de superar os tais picos, que aparecem em determinadas zonas dos percursos. Podemos dizer que foi uma derrota das nossas bicicletas, talvez por 10 a 0.
O Luis Nunes, ainda conseguiu aguentar com um furo o caminho de regresso, parando de dez em dez minutos para injectar algum ar nas rodas.
Talvez pela experiência ou pela opção tubeless, o João Semedo Dias que veio de Arronches para nos acompanhar, teve de seguir sózinho e ainda me emprestou uma câmara-de-ar.
Foi um dia terrível, pela constatação da quantidade enorme de picos "cravados" nos pneus, que nos dava poucas hipóteses, por muita teimosia que algum de nós tivesse em continuar.
A alternativa é escolher outros trilhos e aguardar que as primeiras chuvas consigam fazer desaparecer os inimigos da borracha.
Link : http://trail.motionbased.com/trail/invitation/dashboard.mb?episodePk.pkValue=8691394
Entretanto vamos dando as nossas pedaladas....
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